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terça-feira, 28 maio 2024
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Polícia prende em condomínio de luxo na região dois acusados de negociar armas furtadas do exército

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Dois suspeitos de negociar as 21 armas furtadas do exército em Barueri no ano passado foram detidos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (11), em um condomínio de luxo em Santana de Parnaíba.

Jesser Marques Fidelix, conhecido como Jessé, e Márcio André Geber Boaventura Junior foram encontrados em um veículo de luxo, enquanto deixavam o residencial. Apesar de sua aparente riqueza, ambos estavam inscritos no programa Bolsa Família, do governo federal.

Segundo as investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), a dupla estaria diretamente envolvida na negociação ilegal de armas, incluindo as do exército, e intermediavam a venda junto ao Comando Vermelho, a principal facção criminosa do tráfico no Rio de Janeiro.

As prisões ocorreram após a polícia ter acesso a vídeos nas redes sociais, que sugeriam que Jessé e Márcio estavam negociando armas de uso restrito para abastecer conflitos entre traficantes e milicianos na zona oeste do Rio de Janeiro.

As equipes da DRE, com o apoio do Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes (DENARC), aguardam a audiência de Custódia em São Paulo para transferir os presos para o Rio de Janeiro, onde serão julgados.

Mais detidos

Ainda hoje, as autoridades estão realizando nove mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo, visando indivíduos associados aos dois detidos, suspeitos de envolvimento em vários crimes, incluindo receptação e clonagem de veículos para troca por armas com grandes fornecedores.

Até o momento, as autoridades apreenderam uma pistola com dois carregadores e munição, um rastreador, quatro veículos de luxo, um caminhão, 12 telefones celulares, três notebooks, pen drives, documentos diversos e outros materiais relevantes para as investigações em curso.

Relembre o caso

Das 21 metralhadoras furtadas do arsenal de um quartel em Barueri, dezenove já foram recuperadas, no Rio de Janeiro e em São Paulo. O Exército concluiu a investigação sobre o furto em fevereiro, indiciando quatro militares e quatro civis por furto, peculato, receptação e extravio de armas. O caso está sob análise do Superior Tribunal Militar.

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