O Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo confirmou nesta quarta-feira (22) três novos casos de febre amarela no estado. Com isso, o total chega a seis ocorrências em 2026.
Dois dos novos casos foram registrados em Lagoinha, no Vale do Paraíba, em homens de 56 e 53 anos. Ambos morreram. O terceiro caso ocorreu em Araçariguama, na região de Sorocaba, em um homem de 43 anos, que se recuperou.
Na semana anterior, já haviam sido confirmados três casos na mesma região do Vale do Paraíba. Um homem de 38 anos morreu em Cunha, enquanto dois pacientes de Cruzeiro tiveram alta. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, todos os pacientes registrados neste ano não haviam sido vacinados.
A secretaria informou que a vacina é a principal forma de prevenção contra a febre amarela e está disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Desde 2019, a recomendação é que toda a população do estado esteja imunizada. Para quem pretende viajar para áreas com circulação do vírus, a orientação é tomar a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência.
Como parte das ações de prevenção, a secretaria promove nesta sexta-feira (24) um seminário online para profissionais de saúde sobre o diagnóstico da febre amarela e a diferença em relação à dengue. A iniciativa faz parte das medidas de monitoramento e preparo da rede pública.
O governo estadual mantém o acompanhamento dos casos e orienta que qualquer suspeita seja comunicada aos serviços de saúde.
A vacina segue um calendário específico. Crianças devem receber uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos. Pessoas de 5 a 59 anos que não foram vacinadas devem tomar uma dose única. Quem recebeu dose antes dos 5 anos precisa de reforço. Já quem tomou dose fracionada em campanhas anteriores deve verificar a necessidade de atualização.




