Em enquete, leitores do JB dizem que uso da máscara contra Covid-19 é ‘muito importante’

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máscara Covid-19
Prefeitura de Barueri disse que estuda uso obrigatório da máscara na cidade (Agência Brasil)

Em pouco mais de um mês, o Brasil registrou uma alta de 78,3% nos casos de Covid-19. No dia 26 de abril, os dados mostravam uma média móvel de 14.600 novos diagnósticos nos últimos sete dias. Já em 31 de maio, o número saltou para 26.032.

Diante do cenário, a Secretaria Estadual de Saúde recomendou o retorno do uso das máscaras. Uma enquete feita pelo JB, de quarta-feira (1) para quinta-feira (2), nas redes sociais, revelou que a maioria dos leitores considera a medida ‘muito importante’. Do total de 352 participantes, 210 escolheram esta opção. A quantidade representa 59,6% do geral.

Na sequência, aparecem 90 respondentes que avaliam a medida ‘neste momento necessária’ e, por último, os que acham desnecessário o uso da máscara (52 pessoas).

Sobre a obrigatoriedade da medida, a Prefeitura de Barueri informou que está estudando se “lança ou não decreto instituindo a obrigatoriedade do uso de máscaras na cidade. De qualquer forma, a recomendação existe, conforme os especialistas em Saúde alertam”, alertou.

Internações

Segundo dados da gestão, em 30 de maio, a ocupação de leitos para Covid-19, era de um paciente na UTI e nenhum na enfermaria. Seis dias antes, em 24 de maio, o cenário era o mesmo: uma internação na UTI.

Cobertura vacinal

O Vacinômetro do Estado de São Paulo mostra que já foram aplicadas 700,3 mil vacinas contra a Covid-19 no município.

Destas, 270,3 mil se referem a 1ª dose, 253,9 mil a 2ª dose, 169,1 mil dose de reforço (o sistema não disponibiliza se é da 3ª ou 4ª) e 6,8 mil dose única. As vacinas estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde da cidade. Confira aqui os endereços e contatos.

4ª Onda

De acordo com o virologista e coordenador da Rede Corona-Ômica do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), Fernando Spilki, que monitora e sequencia o genoma do vírus da Covid-19 circulante no país, passaremos pela 4ª onda da pandemia.

“Estamos observando esse processo desde metade de abril, mas com um ritmo maior agora. É o início de uma quarta onda, mas felizmente ainda não se compara ao que o Brasil já passou”, explicou.

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