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domingo, 25 fevereiro 2024
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Ana Hickmann pede divórcio pela Lei Maria da Penha e alerta mulheres

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No domingo (26), a apresentadora, modelo e empresária Ana Hickman afirmou, durante entrevista ao Domingo Espetacular (TV Record), que pediu o divórcio pela Lei Maria da Penha após sofrer agressão física de seu marido Alexandre Corrêa. Eles estão casados há 25 anos.

No primeiro semestre deste ano, 722 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil. O Sudeste, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foi a única região a ter aumento no 1º semestre de 2023, em relação ao mesmo período do ano anterior.

A apresentadora contou que Alexandre sempre foi um homem ‘explosivo’, mas que esta foi a primeira vez que ele a agrediu fisicamente, desde que se casou com ele, quando tinha 16 anos.

No dia 11, eles discutiram na residência da família, em Itu, interior de São Paulo, quando ele fechou uma porta no braço de Ana. “Ele me segurou e tentou me dar cabeçadas. Eu fiquei com muito medo dele. Consegui pegar o celular, trancar a porta e liguei 190. Depois de três toques, a policial me atendeu”, disse. Quando a polícia chegou na residência do casal, Alexandre já tinha deixado o local.

Ana ressaltou que as mulheres precisam denunciar os agressores. Na mesma data do caso ela foi até a delegacia, após ser atendida no hospital, para registrar um boletim de ocorrência. “Ainda bem que existe o 190, se não fosse isso eu não sei o que poderia ter acontecido”, enfatizou.

Delegacia da Mulher de Barueri

Barueri conta com Delegacia da Mulher, localizada na Avenida Sebastião Davino dos Reis, 756. O atendimento é 24 horas. A cidade também disponibiliza proteção para mulheres vítimas de violência doméstica por meio do Programa Guardiã Maria da Penha. Guardas municipais realizam visitas frequentes às vítimas, que podem acionar atendimento inclusive por meio de botão do pânico e pelo telefone 153.

Cresce violência contra as mulheres

No primeiro semestre deste ano, 722 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil. O número representa um aumento de 2,6% em relação ao mesmo período de 2022.

O levantamento é do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que analisou boletins de ocorrência de Polícias Civis dos estados e do Distrito Federal.

O Sudeste foi a única região com aumento nos casos em comparação ao primeiro semestre de 2022. Foram 273 vítimas, com um crescimento de 16,2%.

O estado de São Paulo teve 111 registros no período, o maior número entre as unidades federativas, que representa um crescimento de 33,7%.

Confira o vídeo da entrevista:

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