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quinta-feira, 5 fevereiro 2026
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Dia do dermatologista reforça nova lógica skincare

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Comemorado em 5 de fevereiro, o Dia do Dermatologista chega neste ano em meio a um cenário de transformações nos cuidados com a pele. Saem as rotinas longas e o uso excessivo de cosméticos e ganham espaço as práticas baseadas em ciência, personalização e preservação da saúde cutânea. A tendência é reforçada por dermatologistas, pesquisas de comportamento do consumidor e publicações especializadas em beleza e saúde.

Segundo levantamento da Vogue, 2026 marca uma virada importante no discurso da beleza. O conceito de longevidade deixa de ser apenas um apelo de marketing e passa a estar ligado à saúde celular da pele, com foco em regeneração, resiliência e resultados mensuráveis ao longo do tempo. A publicação ainda indica uma crescente demanda por transparência, dados clínicos e entendimento real dos mecanismos biológicos envolvidos nos tratamentos.

Esse movimento ocorre em paralelo a um alerta cada vez mais recorrente entre dermatologistas sobre os riscos do excesso de skincare. Conhecido como skin burnout, o quadro é provocado pelo uso exagerado e desordenado de cosméticos, muitas vezes inspirado por rotinas virais nas redes sociais e adotado sem acompanhamento médico. Entre os sinais mais comuns estão irritação e sensibilidade da pele, comprometimento da barreira cutânea e a piora de condições como acne, manchas e rosácea.

Diante desse cenário, o recomendado são rotinas de skincare mais enxutas, personalizadas e orientadas por dermatologistas como alternativas mais eficazes e seguras aos protocolos longos e complexos disseminados na internet. Em vez de múltiplas etapas e sobreposição de produtos, cresce a preferência por fórmulas multifuncionais e por abordagens mais racionais, que respeitam a sensibilidade da pele e as exigências do ambiente urbano. A lógica deixa de ser o acúmulo de camadas e passa a priorizar eficiência, tolerância cutânea e preservação da barreira da pele.

A valorização da beleza natural se consolida como parte dessa mudança de mentalidade e se reflete diretamente nas escolhas de consumo. Em diferentes faixas etárias, cresce a preferência por rotinas mais simples, que priorizam saúde, conforto e expressão pessoal, em vez de padrões rígidos ou intervenções excessivas. Nesse cenário, produtos formulados com ingredientes naturais ganham visibilidade por oferecerem eficácia aliada à segurança e a boa tolerância cutânea.

Dados da pesquisa Global Health & Beauty Pulse 2025, da Criteo, reforçam esse cenário. O levantamento mostra que consumidores de beleza passam mais tempo avaliando produtos e dão maior importância à composição, aos valores das marcas e à presença de ingredientes naturais. Entre os Millennials (nascidos entre 1980 e 1994), por exemplo, 44% afirmam preferir marcas que utilizam ativos naturais, enquanto critérios como transparência, sustentabilidade e multifuncionalidade ganham peso na decisão de compra.

Nesse contexto, ativos de origem natural com múltiplas aplicações passam a ocupar um papel estratégico nas rotinas de autocuidado. Ainda assim, a utilização de qualquer substância na pele deve seguir critérios técnicos. A busca por orientação de um médico dermatologista, assim como a verificação de registros e autorizações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso dermatológico, são etapas fundamentais para garantir segurança, eficácia e a preservação da integridade da barreira cutânea.

No mercado brasileiro, o óleo de coco tem sido incorporado a protocolos de cuidado com a pele, unhas e cabelos, graças às suas propriedades hidratantes. Pioneira na introdução do produto no país, a Copra detém uma das poucas autorizações concedidas pela Anvisa para a divulgação do uso dermatológico do óleo de coco. A empresa possui também o selo Proteste, que atesta a ausência de aditivos e a conformidade do produto com critérios de pureza estabelecidos pelos órgãos reguladores.

Além de sua multiplicidade de funções no cuidado diário com a pele, o produto pode atuar também como um aliado funcional em práticas esportivas. Suas propriedades hidratantes permitem a formação de uma camada protetora sobre a pele, auxiliando na redução do atrito e prevenindo assaduras, especialmente em regiões como coxas e axilas, comuns entre corredores e praticantes de atividades físicas de longa duração.

Outro uso do insumo está relacionado ao cuidado íntimo feminino. Dentro das indicações aprovadas e sob orientação profissional, o óleo de coco pode contribuir para a hidratação da pele da região, auxiliando na maciez, no conforto cutâneo e no equilíbrio da aparência (uniformizando o tom de pele). Considerando a sensibilidade dessa área, é fundamental que o produto possua autorização da Anvisa para esse tipo de aplicação e que seu uso seja orientado por um profissional.

Além dos aspectos regulatórios e funcionais, o óleo de coco extravirgem da Copra segue critérios produtivos alinhados a práticas éticas e de sustentabilidade, como formulação de origem natural, certificação vegana e ausência de testes em animais, diretrizes que se estendem a todo o portfólio da marca e dialogam com as atuais exigências do consumidor.

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