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sexta-feira, 13 fevereiro 2026
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Lip Lift amplia opções de rejuvenescimento sem volume

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A literatura médica descreve que o envelhecimento facial envolve alterações progressivas em tecidos moles e estruturas do terço inferior e perioral, com impacto direto na região do sorriso e na leitura estética do terço médio da face. Essas mudanças estruturais não se limitam à pele, mas incluem transformações na sustentação muscular e óssea, influenciando a percepção global de harmonia facial. Nesse contexto, a compreensão da anatomia profunda torna-se elemento fundamental para qualquer abordagem estética responsável.

Entre as mudanças associadas ao envelhecimento, destaca-se o alongamento do lábio superior, que pode reduzir a exposição dos dentes ao sorrir e contribuir para sinais visuais frequentemente interpretados como cansaço facial. A discussão sobre proporção e identidade tem ganhado espaço em conteúdos especializados, especialmente quando se observa que nem todas as queixas estéticas estão relacionadas à perda de volume. Segundo o cirurgião-dentista Dr. Fabio Barros, o foco deve estar na análise estrutural individualizada antes da indicação de qualquer intervenção.

O Lip Lift, também chamado de lifting labial cirúrgico, é descrito como um procedimento permanente voltado à redução do espaço entre o nariz e o lábio superior, com o objetivo de redefinir a estética do lábio superior sem depender de preenchimento. Em páginas institucionais, o procedimento é apresentado como cirurgia minimamente invasiva que reduz a distância entre a base do nariz e a borda do lábio superior, promovendo impacto na visibilidade do lábio e na harmonia do sorriso. Diferentemente dos preenchedores, a técnica atua por reposicionamento do lábio, e não pela adição de volume.

Sobre indicação clínica, o procedimento é descrito como opção para quadros em que o envelhecimento leva ao alongamento do lábio superior, com menor exposição dentária e alteração proporcional do sorriso. Em relação à cicatriz, a técnica é realizada com incisão na base do nariz, acompanhando o contorno natural da região, estratégia adotada com finalidade de camuflagem progressiva ao longo do tempo. A escolha do procedimento depende de avaliação técnica e análise individual das proporções faciais.

Em conteúdo jornalístico, o Dr. Fabio Barros é citado em fala relacionada à preservação da identidade facial como princípio de conduta em estética, alinhando o tema à discussão sobre intervenções que evitam excessos e priorizam proporção. O especialista também é mencionado em recortes publicados sobre harmonização facial desde 2020, contextualizando sua presença no debate público sobre segurança e responsabilidade na área. O cenário acompanha a consolidação de técnicas que evitam volume artificial e buscam resultados compatíveis com a estrutura original do rosto.

"As pessoas devem notar a sua beleza e não o seu procedimento. A pessoa não pode perder a identidade dela", afirma o cirurgião-dentista Dr. Fabio Barros.

Outro aspecto citado em publicações recentes é o uso da ultrassonografia facial como recurso associado à segurança em procedimentos estéticos. O exame é descrito como ferramenta que auxilia na visualização de estruturas profundas, contribuindo para maior previsibilidade na execução técnica. A incorporação desse recurso integra protocolos voltados à redução de riscos e à condução responsável de intervenções faciais.

Expertise transformada em livro

A discussão sobre segurança, identidade e responsabilidade técnica na harmonização facial é aprofundada no livro "Quebrando Tabus da Harmonização Facial", escrito pelo cirurgião-dentista Dr. Fabio Barros. A obra será lançada no dia 3 de março de 2026, às 19h, na Livraria da Travessa, localizada na Rua Visconde de Pirajá, 572, em Ipanema, Rio de Janeiro. O conteúdo reúne reflexões construídas ao longo da atuação clínica do autor e aborda temas como planejamento individualizado, rastreabilidade de produtos aplicados e critérios técnicos para indicação de procedimentos.

Ao longo da publicação, o autor destaca que a harmonização facial vai além do preenchimento com ácido hialurônico, exigindo conhecimento aprofundado de anatomia, ossos, músculos e proporções faciais. O livro também discute a banalização da estética, a importância da rastreabilidade dos produtos e o uso da ultrassonografia como ferramenta complementar de segurança. A proposta é contribuir para um debate mais estruturado sobre ética e responsabilidade no cenário estético brasileiro.

Para mais informações a respeito da obra, basta clicar aqui.

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