Não sei quem vamos apoiar para presidência, diz Rubens Furlan

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Prefeito de Barueri falou sobre situação de gestões em Fórum (Foto: Divulgação)

Em meio à disputa interna dentro do PSDB sobre quem vai disputar a presidência da república em 2018, o prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), declarou neste fim de semana que ainda não está definido quem ele pretende apoiar na corrida eleitoral.

Durante a inauguração de uma escola, o prefeito abordou a descrença que a população tem tido com o cenário apresentado pela classe política em Brasília. Quanto aos cotados para assumir o governo federal, afirmou apenas que garante que não irão avalizar nenhum “malandro” na corrida eleitoral.

“Eu não sei quem será o nosso presidente no futuro, nem imagino quem vamos apoiar, mas uma coisa eu garanto, vamos prestar muita atenção para não apoiar mais malandro. Vamos tentar gente lá que possa trazer orgulho e justiça social para o nosso povo”, discursou Furlan, sem citar os políticos que despontam para a corrida eleitoral.

O PSDB tem vivido a divisão entre os grupos que defendem a candidatura do prefeito paulistano João Doria, enquanto outra ala apoia o nome do governador Geraldo Alckmin.

“Temos que tirar o Brasil deste buraco, e não é coisa para uma pessoa só. Todos temos que aguentar esse tranco, buscar alternativas, se reinventar, para a nossa sociedade mudar rapidamente”, completou.

CONGRESSO

Na última semana, durante o Fórum GMI (Gestão de Impacto Municipal), o prefeito criticou o Congresso Nacional e afirmou que a autoridade política tem sido atacada por outros agentes. “Tem muita gente atrapalhando a autoridade política de fazer o que tem que ser feito pelo bem estar social para o povo da sua cidade”, afirmou.

Ele citou o Tribunal de Contas do Estado que, na sua avaliação, tem comprometido os avanços das gestões. “O prefeito não pode ficar a mercê de situações que atrapalham o desenvolvimento do prefeito da nossa cidade. Nós temos que enfrentar todos aqueles que atrapalham de alguma forma o trabalho que a gente quer desenvolver do nosso povo”, completou.

Furlan também falou sobre o Congresso Nacional e disse que os deputados e senadores não tem atuado por medo.

“Tem medo de absolutamente tudo e por causa disso não faz nada”, disse citando a dificuldade na votação das reformas da previdência e política. “Se tem a consciência tranquila, se tem a vontade que o Brasil cresça, naturalmente teria de ter a coragem de ajudar em todos esses imbróglios que atrapalham o país e os nossos municípios”, conclui.

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