Jovem de Barueri conquista o mundo por meio da música

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Gilvan busca patrocínio para seguir projetos na música (Foto: Arquivo Pessoal)

Gilvan Dias, de 22 anos, que tocou na Orquestra Experimental da cidade, leva o som do viola e do arco para diversas orquestras

 

O amor pela música foi passado de família. Morador do bairro Vila Nova, em Barueri, Gilvan Dias Calsolari, de 22 anos, realiza os seus sonhos e também os de sua mãe ao tocar por diversos estados do Brasil e no exterior, uma viola de corda, instrumento que se assemelha ao violino. Com passagens por diversas orquestras, o jovem se dedica integralmente aos treinamentos a fim de se especializar ainda mais.

“A cada dia que eu subo no palco eu consigo transferir pelo menos parte do sonho da vida dela, as lágrimas de felicidade são iguais às minhas. Minha motivação é ver a alegria e o orgulho estampados no rosto da minha mãe”, diz Gilvan.

Em entrevista ao Jornal de Barueri,o jovem conta que seu primeiro contato com a música foi aos seis anos. Ainda criança, Gilvan ingressou na Orquestra Experimental do município, da Prefeitura, a princípio, como violinista. “Alguns anos depois, o professor Manoel me apresentou a viola e eu digo sem medo de errar amor à primeira vista e real porque eu me apaixonei por ela”, contou.

Desde então, o músico passou por diversas escolas, como o Conservatório Vila Lobos, classe da professora Elisa Fukuda, que segundo ele é “melhor professora do Brasil” e a academia de música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Entre outras orquestras que já passou, estão a Orquestra jovem municipal de Guarulhos, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra sinfônica de Goiás, Orquestra sinfônica da USP, Orquestra Filarmônica Bachiana Sesi (comandada pelo maestro e pianista João Carlos Martins, além de participações por diversos festivais de múscia.

Em novembro do ano passado, Gilvan viajou para a Áustria, onde conheceu o Univertät Mozarteum e a MUK Univertät em Vienna, duas das melhores universidades da Europa. “Vivi novos horizontes quando fui para lá, pisei na casa de um dos maiores compositores, sentei ao lado do piano em que ele compunha suas músicas. Nunca mais vou tocar W.A Mozart como tocava antes de ir para Áustria”, disse.

 

Futuro

Para o futuro, Gilvan busca aprovação e patrocínio para ingressar em uma universidade europeia e quem sabe depois lecionar. “Quero que os jovens músicos aqui de Barueri tenham mais possibilidades e que seus sonhos sejam ainda mais gigantes, assim como eu tive quando iniciei. Viabilizar esse sonho para nova geração e acreditar que novos Beethovens, Mozartz e Bachs nasçam”, finaliza.

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