Em parceria com a USP, Barueri ajuda animais atingidos por queimadas na Amazônia

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Os animais sofrem com as queimadas que atingem a Amazônia e a região pantaneira. (Foto: Divulgação)

Uma iniciativa do Cetas Barueri (Centro de Triagem de Animais Silvestres, da Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente), em parceria com o professor José Luiz Catão Dias, do laboratório de Patologia Comparada de Animais Silvestres da USP, de arrecadar produtos para o atendimento e resgate de animais atingidos pelas queimadas na região amazônica e pantaneira gerou frutos.

Ambos conseguiram captar várias caixas com medicamentos, materiais de contenção e de transporte para animais. Os produtos ficaram concentrados no Cetas Barueri e, na segunda-feira (2), foram transportados de caminhão para a Cobio – Coordenação de Gestão, Destinação e Biodiversidade, setor pertencente ao Ibama de Brasília. De lá, os materiais serão encaminhados aos centros de triagem da região norte do país.

Os animais sofrem de um problema que está em evidência no noticiário atual: as queimadas que atingem a Amazônia e a região pantaneira. A questão é tão séria que alguns países já ofereceram ajuda financeira ao Brasil para resolver o problema.

A bióloga e gestora do Cetas Barueri, Erika Sayuri Kaihara, conta que o trabalho dos centros de triagem pelo país é fundamental, principalmente na recuperação dos animais vítimas das queimadas. “O mais importante é voltar o olhar das pessoas para o que acontece com o animal, por que o animal é resgatado? Onde é que ele vai parar? É importante o trabalho de reabilitação, de recolocar esse animal na natureza, mas essa tarefa é demorada, custosa e precisa ter muita dedicação de quem trabalha com isso”, reforçou.

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