Disputa presidencial pode dividir prefeitos em 2018

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Com as candidaturas presidenciais praticamente colocadas na mesa, a região oeste da Grande São Paulo pode ter uma divisão entre os prefeitos e a formação de palanques
de até quatro concorrentes nas cidades.

O motivo é a maior fragmentação partidária e aponta para um momento diferente de 2014,
quando a polarização PT x PSDB foi a principal os municípios. Com a derrota em todas as
prefeituras, os petistas terão o desafio de fazer a campanha sem o apoio de nenhum executivo.

Por outro lado, mais partidos entraram no jogo. É o caso do Podemos, que pretende lançar o senador Álvaro Dias ao cargo presidencial. A legenda possui o maior eleitorado da região com as cidades de Itapevi, governada por Igor Soares, e Osasco, com Rogério Lins. Dias esteve na cidade osasquense no último sábado (23/9).

O Podemos também tem sondado o prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), que, por enquanto, desconversa sobre uma mudança de legenda.

Caso não deixe o PSDB, Furlan buscará ao lado do prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar (PSDB), manter a boa votação tucana para à presidência, como em 2014. O  roblema
é que o partido vive uma divisão, com o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria, disputando o posto.

Cotia e Carapicuíba

Outra legenda que também pretende concorrer é o PSD, do prefeito de Cotia, Rogério Franco, que cogita Henrique Meirelles para a presidência e Gilberto Kassab para o governo
estadual. “Espero que essas articulações se efetivem, é importante para o partido”, afirmou
Franco (PSD). Por fim, deputados do PV, do prefeito de Carapicuíba, Marcos Neves,
também trabalham para lançar candidatura própria, repetindo o feito de 2014.

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