Cerca de 11 mil baruerienses tratam hipertensão

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O número de brasileiros com pressão alta cresceu 14,2% nos últimos 10 anos, chegando a 25,7% na média nacional, segundo dados do Ministério da Saúde. Em Barueri, aproximadamente 11 mil munícipes sofrem com a patologia e fazem tratamento na rede municipal de saúde.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a obesidade, histórico familiar, sedentarismo, consumo excessivo de sal, abuso de álcool e o estresse são as principais causas da hipertensão. Quando não controlada, ela pode desencadear complicações sérias, como por exemplo, problemas no coração, acidente vascular cerebral, derrame e insuficiência renal.

Aliada ao uso de medicamentos, a mudança de hábitos pode fazer com que a pressão seja reduzida, conforme explica o médico Agostinho Filgueira, do Hospital Municipal de Barueri. “Praticar atividades físicas, não fumar e ter uma alimentação saudável, rica em frutas e vegetais, com pouco sal, redução de gordura e alimentos processados”, diz.

Por ser uma doença considerada silenciosa, recomenda-se fazer o acompanhamento das alterações nos níveis da pressão arterial por pelo menos uma vez a casa seis meses. As Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) oferecem o serviço de forma gratuita, assim como a Farmácia Municipal entrega os remédios para o tratamento, mediante a receita médica oriunda de uma instituição pública.

Insuficiência Renal Crônica

Cerca de 90% dos pacientes com algum grau de doença renal, atendidos atualmente no ambulatório de nefrologia do HMB tem hipertensão associada, de acordo com a administração municipal. “A pressão alta é a segunda maior causa de insuficiência renal crônica, ficando atrás apenas do diabetes”, alerta Agostinho.

 

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