Barueri nega “Piscinão de Ramos” e diz que alto custo inviabiliza projeto

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Terreno da Chácaras Marco foi doado para a municipalidade quando o Governo do Estado transferiu a gestão do Parque Ecológico do Tietê à Prefeitura - Foto/Divulgação

A atual gestão de Barueri não tem planos de criar um “Piscinão de Ramos”, inspirado no projeto que implantou no bairro carioca uma praia artificial em 2001. A notícia foi dada como certa em portais da Grande Imprensa, e replicada nas redes sociais de jornais da região, nesta segunda-feira (24), mas foi negada pela prefeitura. Em nota, a gestão do prefeito Rubens Furlan disse que “o projeto foi, de fato, apresentado à municipalidade, porém, descartado, em função do alto custo”. Em tempos de crise, a gestão preferiu não desembolsar os R$ 49,8 milhões que seriam investidos para sua implantação.

O projeto apresentado à prefeitura previa a construção de um parque balneário no bairro Chácaras Marco, em terreno doado à municipalidade pela Companhia de Saneamento Básico do Estado (Sabesp), quando o Governo do Estado transferiu a gestão do Parque Ecológico do Tietê à Prefeitura de Barueri.

O piscinão, que poderia receber 50 mil banhistas por dia, seria abastecido pelo Córrego Cachoeira, afluente do Rio Tietê, após tratamento para descontaminação por meio de um processo de flotação. A explicação para o vazamento da notícia poderia ser o fato que a mesma empresa que criou o projeto carioca, e que detém a patente do modelo e do processo de limpeza, seria responsável por sua implantação em Barueri.

Apesar de descartar o “piscinão”, a prefeitura garantiu que segue com projeto de parque para a área da Chácaras Marcos, que possui 170 mil m². “O plano do governo municipal para a área, que terá tratamento de água, é transformá-la em centro de preservação ambiental, com opções de lazer nos moldes dos demais parques já existentes no município e com atividades voltadas à educação ambiental”.

 

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