“A máscara usada tem que ser jogada no lixo, de preferência, fechado”, destacou especialista

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Núcleo de Moda de Barueri já produziu e distribuiu 10 mil máscaras para a população

Segundo o infectologista Fábio Junqueira, o descarte incorreto das peças pode aumentar risco de contaminação

No começo deste mês, o Governo do Estado de São Paulo decretou a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial em locais públicos, como forma de evitar a propagação do novo coronavírus (Covid-19). Porém, desde esta nova exigência, moradores da região têm relatado nas redes sociais o descarte incorreto deste tipo de lixo.

“Fui caminhar sozinha e encontrei diversas máscaras jogadas no chão, penduradas em galhos”, disse uma moradora nas redes sociais. “Diante de uma enorme preocupação com uma contaminação pelo vírus, ainda tem gente que tem essas atitudes. Não jogue seu lixo, máscaras e luvas no chão”, disse outra.

Segundo o infectologista Fábio Junqueira, o principal risco ao jogar um equipamento de proteção na rua ou em local inadequado é que ele pode estar contaminado. “A máscara tem que ser jogada no lixo, de preferência, fechado e com a superfície que ficou no rosto coberta por um saco de papel ou plástico”, explicou o especialista.

À reportagem, a Prefeitura de Barueri informou que ainda não conta com uma campanha de conscientização em relação ao descarte das máscaras, mas que providenciará.

Entrega de máscaras

O Núcleo de Moda de Barueri, idealizado pelo Fundo Social de Solidariedade de Barueri e gerenciado pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Sads), entrou no combate a pandemia causada pelo novo coronavírus e está produzindo máscaras para a população.

Segundo a prefeitura, 10 mil já foram produzidas e distribuídas. “Estão em produção outras 10 mil unidades”, destacou a gestão.

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